Delegação chinesa veio conhecer potencial agropecuário brasileiro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) recebeu na quarta (24) a delegação do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho do Estado da China. O grupo veio conhecer o trabalho do Sistema CNA/Senar e os potenciais do setor agropecuário brasileiro.

“A China é o principal destino das nossas exportações de bens agropecuários. Além dos produtos tradicionais da nossa pauta exportadora como grãos e carnes, destacamos o potencial de crescimento das exportações de segmentos como lácteos e frutas”, afirmou Thiago Masson, assessor de Relações Internacionais da Confederação. “Mostramos para eles que o produtor rural brasileiro está preparado para atender o consumidor chinês com alimentos seguros e de alta qualidade.”

O assessor da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Alan Malinski, apresentou ao grupo chefiado pelo vice-ministro do Centro de Pesquisa, Wang Anshun, a evolução tecnológica e sustentável do setor, principalmente nas cadeias de grãos e pecuária de corte, áreas de maior interesse do país asiático.

“O governo chinês considera importante a relação bilateral entre os dois países e para nós, no setor agropecuário, a prioridade são as áreas de investimentos e comércio”, disse Wang Anshun.

O vice-ministro ressaltou que o relacionamento com o Brasil está atingindo um novo estágio e que o investimento chinês no setor agropecuário brasileiro vai aumentar constantemente nos próximos anos.

“Com o melhoramento do nível de vida dos chineses, eles vão se tornar mais exigentes em relação à alimentação e, com isso, Brasil e China podem se completar perfeitamente.”

A CNA liderou uma comitiva de empresários que visitou a China em 2018 e este ano fez parte da missão do Ministério da Agricultura que passou 16 dias no continente com uma agenda estratégica para abertura do mercado asiático aos produtos agropecuários brasileiros.

“Esta semana o país habilitou 24 estabelecimentos brasileiros para vender produtos lácteos no mercado chinês. Para nós isso é muito positivo e esperamos estender essa abertura para outros setores”, ressaltou Masson.

Representantes da Embaixada da China no Brasil e dos Departamentos da Cooperação Internacional e do Estudo da Economia Rural do Centro de Pesquisa chinês também participaram da visita.

Fonte: FAEG

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